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sábado, 14 de março de 2015

SINOPSE:

No turno da noite de um hospital no estado do Maine, o Dr. Luke Findley espera ter outra noite tranquila com lesões causadas pelo frio extremo e ocasionais brigas domésticas. Mas, no momento em que Lanore McIlvrae "Lanny" — entra no pronto-socorro, muda a vida dele para sempre. Uma mulher com passado e segredos misteriosos. Lanny não é como as outras pessoas que Luke conheceu. E Luke fica, inexplicavelmente, atraído por ela... Mesmo sendo suspeita de assassinato; e conforme Lanny conta sua história, uma história de amor e uma traição consumada que ultrapassam tempo e mortalidade, Luke se vê totalmente seduzido. 
Seu relato apaixonado começa na virada do século 19 na mesma cidadezinha de St. Andrew, quando ainda era um templo puritano. Consumida, quando criança, pelo amor que sentia pelo filho do fundador da cidade, Jonathan, Lanny fará qualquer coisa para ficar com ele para sempre. Mas o preço que ela tem de pagar é alto — um laço imortal que a prende a um terrível destino por toda a eternidade. E agora, dois séculos depois, a chave para sua cura e salvação depende totalmente de seu passado. De um lado um romance histórico, de outro uma narrativa sobrenatural, Ladrão de Almas é uma história inesquecível sobre o poder do amor incondicional, não apenas para elevá­lo e sustentá­lo, mas também para cegar e destruir. E revela como cada um de nós é responsável por encontrar o próprio caminho para a redenção.


PERSONAGENS:

É difícil falar desse livro sem contar spoilers, mas vou fazer o melhor possível para contar somente o essencial, o suficiente para fazê­los entender o quanto essa história é fascinante. Apesar de Lanny por todo o livro declarar o amor infinito que sente por Jonathan. Além disso, nem sempre Lanny é movida por seu amor a ele, o que é ótimo. Não consigo gostar de Jonathan e talvez isso se deva ao seu caráter infiel e sua personalidade fraca – não que ele seja um personagem fraco, é muito bem construído, mas é o tipo de pessoa covarde, ao meu ver, quase o oposto de Lanore. Não, na verdade, para mim, o outro grande astro do livro é Adair. Além de Lanore, Adair é o outro personagem marcante desse livro. Envolvido em mistério, ora bondoso, ora cruel, eu não diria que ele é um vilão, mas sim um anti­herói fascinante. Por vezes, o leitor se vê dividido entre amá­lo e odiá­lo, bem como se sente com Lanny, que também tem seu lado muito sombrio. É como se os dois personagens se completassem ou, ainda, fossem dois lados de uma mesma moeda. Ouso dizer que a história desse livro é mesmo a história de Lanny e Adair. E só por esses dois personagens incríveis e suas complicadas histórias, logo me vi completamente envolvida o Ladrão de Almas.


CAPA E DIAGRAMAÇÃO:

  A capa é linda e chamativa, muitos de vocês já devem tê-la visto em uma das intermináveis e apaixonadas rondas pelas prateleiras das livrarias, uma capa diferente e ao mesmo tempo clássica. Já a leitura é muito boa e flui bem ao decorrer do livro.



OPINIÃO PESSOAL:

Como os vampiros entram nessa história? Desde o início da resenha vocês já devem ter notado que Lanny é uma vampira. O termo jamais é utilizado na história e, apesar de estar utilizando-­o, nem sei se seria o termo correto. Na verdade, os seres que aparecem nesse livro são seres imortais, servos de seus senhores que os transformaram, que não sentem fome ou dor, apenas se essa for infligida por seu mestre. Usei o termo “vampiros” porque eles me lembraram vampiros (mas nada de purpurina, gente), especialmente os vampiros de Anne Rice. Porém, diferente dos livros da Sra. Arroz, aqui os seres saem na luz do dia e não se alimentam de sangue e, principalmente, a abordagem é outra: não há uma visão filosófica ou romântica, mas sim cruel e solitária. Durante todo o livro percebemos a constante e infinita tristeza e solidão de Lanny. E nos damos conta de uma grande lição: viver para sempre é uma maldição, um fardo horrível e uma vida de infelicidade. a sequencia desse livro foi recentemnte lançada, cham­se "refem da obsessão". Este livro é do tipo de narrativa bem agradável e te prende jundo a nele, tem um dom de mistério realmente surpreendente, do tipo, "só mais um capitulo" realmente muito bom de se leem silêncio com aquele café pra te manter acordado. Super recomendo!




Brenda Guedes.
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sábado, 31 de janeiro de 2015

SINOPSE:

  A história se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população mundial foi infectada por um vírus, transformando-os em criaturas irracionais em busca de carne. Os últimos sobreviventes lutam para sobreviverem a todo custo, montando bases com armamento pesado para se protegerem ou em espécies de colônias (Lixeiros). Em uma dessas base, um grupo de crianças - mantidas em celas individuais - vivem e estudam, sendo a personagem principal Melanie. Da cela para a sala de aula, passando por um longo corredor, de segunda a sexta. Aos sábados, cárcere o dia todo. E, nos domingos, uma tigela de larvas para comer e um banho químico no chuveiro. Apesar da prisão e do tratamento rígido e hostil do sargento e seus soldados, Melanie ama sua escola. Tem apreço pelos livros, adora estudar. Seja fatos históricos, equações, mitos gregos e o mundo além daquelas paredes que as encerravam. Mal podia imaginar, porém, que, na verdade, ela e as demais crianças eram a única esperança para salvar a raça humana.
  Eis a premissa de A menina que tinha dons, original e emocionante thriller de horror de M.R. Carey, prestigiado roteirista de HQ’s de sucesso, como Hellblazer e X-Men, título que inaugura o Fábrica231, novo selo de entretenimento da Editora Rocco.


PERSONAGENS:

  Primeiramente Melanie, ela é uma garota sensível e que pouco sabe do mundo a sua volta, mas que com o passar do tempo amadurece e compreende o que deve ser feito para salvar a todos; uma menina meiga e gentil que ama sua escola e sua professora preferida é a Srt. Justineau. Uma mulher forte que luta pela vida das crianças, contando histórias e mostrando-lhes pedaços do mindo que existe fora das celas. Temos também o Sargento Parks, um homem severo que tem interesse somente no seu trabalho, mas descobrimos - ao longo da narrativa - que seu coração é puro e sentimentos verdadeiros são revelados; outros dois personagens de destaque são a Dra. Caldwell e um jovem soldado, que nos prendem durante toda a trama.


CAPA E DIAGRAMAÇÃO:

  O que mais me chamou atenção foi a cor da capa: um amarelo ouro vibante com letras grandes, vermelhas e brancas; pessoalmente eu sou apaixonada por ela. O autor também é sensacional, envolvendo o autor em uma história bem elaborada que vai muito além dos pacatos zumbis de TWD (The Walking Dead) ou do clássico White Zombie ( de Victor Halperin) que até mesmo eu que não sou fã desses ícones sobrenaturais, me apaixonei por Melanie e toda a turma da Srt. Justineau. A narração do livro é feita em 3ª pessoa mas tendo um foco em um personagem, mostrando seus sentimentos, duvidas e medos; e as partes que eu mais me demorava eram as da Dra. Caldwell, pelo fato de ser um conteúdo mais científico, fora isso a minha leitura rendeu bem (eu que enrolei para fazer a resenha mesmo).


OPINIÃO PESSOAL:

  Tenho de confessar que nas primeiras 75 páginas eu estava me decepcionando, pois é nessas páginas que acontecem grande parte das explicações e enredo, etc. A partir daí o livro dá uma revira volta e NOSSA, não tem como explicar. O leitor é transportado para um mundo pós-apocalíptico recheado de pessoas infectadas e pessoas querendo reverter a situação. 
  A Menina Que Tinha Dons é um livro sensível, cheio de mistérios e intrigas que prenderá todo o tipo de leitor, é uma história que nos toca e nos faz questionar: Até que ponto existe o certo e errado? E o que fazer quando essas linhas são ultrapassadas. É por isso que eu super recomendo este livro fantástico e que certamente comoverá até o mais carrancudo dos leitores.


































Maria Rita Salvador.
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

SINOPSE:

Carrie é uma adolescente de 16 anos que passou a vida toda isolada do mundo por causa de sua mãe Margareth White, uma fanática religiosa que sempre educou Carrie de uma forma rígida e baseada em chantagens e violência psicológica. Depois de anos, Carrie descobre que pode fazer objetos levitarem, luzes se apagarem e outras coisas sobrenaturais. Por ser ingênua e “estranha”, acaba sendo atormentada por seus colegas de classe e professores, até que, cansada de tanto sofrimento, ela prepara sua vingança contra todos. O ódio e o desejo de vingança fogem do controle gerando uma catástrofe tão grande que é lembrada mesmo após anos pelos moradores de Chamberlain.



PERSONAGENS:


Carrie é a típica garota desajeitada e socialmente excluída da sua escola. Além disso, a superproteção da mãe tornou-a ingênua demais. É uma personagem a principio indefesa e que quer ser aceita e amada, causando um sentimento de pena e compaixão no leitor. Já os outros que a atormentam, causam raiva e quando tudo vem á tona, até mesmo o leitor se sente vingado. A história gira em torno da Carrie, e o livro fala sobre as ligações de quase todos os personagens com ela.


CAPA E DIAGRAMAÇÃO:

A edição que eu li foi a de 2001 da editora Objetiva. Eu particularmente não gosto dessa capa, acho meio vaga. Mas a tradução é bem legal, e a diagramação boa.




FILMES:

“Carrie, a estranha” teve várias adaptações para o cinema ao longo dos anos:

                           


1976 – Adaptado por Brian de Palma e tendo Sissy Spacek como Carrie.
2002 – Refilmagem de Carrie, a estranha sob a direção de David Carson e tendo Angela Bettis como Carrie.
2013 – Segunda adaptação de Carrie, a estranha dirigida por Kimberly Peirce e Chloë Moretz encenando Carrie.


OPINIÃO PESSOAL:


“Encontrado pintado no gramado do terreno onde se erguera o bangalô dos White:
CARRIE WHITE ARDE POR SEUS PECADOS, CRISTO NUNCA FRACASSOU”

  Como o primeiro livro do King no estilo romance e não conto a ser publicado, achei 
espetacular. É de uma temática não tão saturada, explorada de forma inteligente e com emoções 
fortes por se passar no “ambiente” sombrio do sofrimento, embora seja um livro curto e simples. King nos faz refletir em como as pessoas não respeitam o jeito de ser de cada um e de como algumas pessoas perturbam as outras apenas por uma diversão doentia e humilhante, desconhecendo o passado e o porquê de cada pessoa ser como é.
  O livro conta a história de Carrietta White com documentos ficcionais como depoimentos policiais e etc, para dar um ar de veridicidade á história. Quanto aos filmes, eu achei a versão de 2013 bem mais brandas nas cenas de morte comparado aos filmes mais antigos. Entretanto, gostei mais da Chloë como Carrie. Num geral, essas adaptações foram bem fiéis ao livro e recomendo tanto um como o outro para os amantes de terror/sobrenatural.


Leilane Santos
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SINOPSE:

Fallen conta a história de Lucinda Price que vai parar no reformatório Sword & Cross após ser acusada pela morte de seu ex namorado Trevor em um incêndio, lá ela conhece Daniel que não a trata bem, mas por algum motivo ela não consegue negar a química entre os dois, também conhece Ariane, Cam, Molly, Gabbe e Roland que tem entre si um segredo assim como Daniel, e ela que etsá em sua idade certa, aos 17 anos, vai descobrir a maldição que os cerca a mais de 1000 anos.


CAPA E DIAGRAMAÇÃO:

Fallen teve sua capa desenhada por uma brasileira, o tema da capa e do livro são extremamente conectados assim como seu título, a narrativa de Lauren Kate é bem descritiva e ela não tem pressa em acabar o livro, detalha  tudo em todos os ambientes.


PERSONAGENS:

Lucinda Prince: branca, cabelos negros e curtos graças o incidente com fogo, jura sua inocência, vê "sombras" desde pequena e já foi a muitos psicólogos. 

Daniel Grigóri: Loiro, tem olhos tão cinza que aparentam até um tom meio violeta, por algum motivo evita Luce de todos os modos possíveis. É conhecido pelo seu cachecol vermelho em meio aos uniformes mórbidos do reformatório.

Cameron Briel: extremamente branco, com olhos verde esmeralda e cabelos compridos até o ombro, primeiramente aparenta ser um Bad Boy, depois comprova isso. Fica amigo de Luce.

Ariane Alter: Ruiva e agora também com cabelos curtos, é amiga de Lucinda desde que ela pisou no reformatório, tem cicatrizes nos punhos e no pescoço, ainda não desvendadas.


OPINIÃO PESSOAL:

Eu recomendo para quem gosta de um romance sem tanta melancolia e mais dark, o livro é escrito em terceira pessoa e isso deixa tudo mais emocionante e exitante, eu li, reli e relia novamente, realmente é muito bom! O filme já foi finalizado e vi entrar em cartaz dia 30 de julho deste ano, apesar de alguns fãs questionarem a semelhança entre personagem e ator é sempre bom aguardar o resultado.





Brenda Geani Guedes


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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

SINOPSE:

A história, contada em primeira pessoa por Miles Halter, se passa no colégio interno de Culver Creek e seus arredores, mostrando o dia-a-dia, fugas, paixões, medos, sonhos e descobertas de alguns jovens do local.
Tudo começa quando Miles decide ir atrás de seu grande talvez, que não sabe se o encontrará lá, mas onde será um bom lugar pra começar. E como em sua vida anterior, lá também espera ser invisível, mas acaba fazendo amigos como Chip Martin, que está na escola em busca de um futuro melhor; Takumi, um asiático que adora rap; Lara, uma imigrante romena e Alaska, uma jovem linda que é "de lua".A estória gira em torno das aventuras, rixas e aprendizados em Culver Creek, indo do cômico ao trágico em segundos, com passagens filosóficas e ao mesmo tempo desinteressadas, falando de sexo sem se tornar pornográfico e de amizade sem se tornar muito Young. Quem é você, Alaska? é um livro que merece o tempo que passou na lista dos mais vendidos.



PERSONAGENS:




A história é contada por Miles Halter, que veio da Flórida pra estudar no Alabama e encontrar seu grande talvez, algo que poderia mudar sua vida. Chip Martin, o "Coronel", é um jovem pobre, gênio da matemática, que foi para o internato para tentar melhorar sua situação e dar uma casa de verdade para sua mãe. Lara, uma imigrante romena, acaba se tornando namorada de Miles, em um namoro meio arranjado por Alaska, e que se torna uma grande amiga que o ajuda nos momentos difíceis e nas descobertas íntimas. Alaska Young, com seus olhos de esmeralda, suas curvas, suas mudanças de humor e seu passado sombrio é um pontos centrais da estória, uma jovem que ama ler e quer provar tudo o que a vida tem a lhe oferecer, deixando-a cor poucos, um cigarro por vez.



CAPA E DIAGRAMAÇÃO:


O livro não tem capítulos, mas as partes são divididas por quantos dias faltam para o fato acontecer e quantos se passaram após ele.




OPINIÃO PESSOAL:

Eu já conhecia o trabalho online de John Green, mas Quem é você, Alaska? Foi sua primeira obra que parei pra ler, um bom tempo depois de seus livros se tornarem febre. Demorei pelo receio que tinha de best-sellers, mas, quando comecei, levei menos de um dia e meio para ler, pelo livro ser envolvente e tratar de literatura e arte de uma maneira que eu adoro, é direto e envolvente, além de possuir uma linguagem atual, é rico em ensinamentos, mas sem se tornar maçante. E realmente merece o tempo que passou na lista dos mais vendidos. Realmente recomendo a leitura!!







Lucas Teixeira

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domingo, 11 de janeiro de 2015

SINOPSE:

Em Hoje Eu Sou Alice - nove personalidades, uma mente torturada, a autora escava suas memorias a procura de redenção. Alice Jamieson retrata, de maneira crua a dura realidade que transcorreu sua vida. Nascida numa família modelo inglesa, a jovem Alice sente- se perturbada. Ao longo da infância e adolescência tem pesadelos terríveis, com conteúdo sexual. Em meio a crises de anorexia, banhos compulsivos, roubar bebidas de casa e corridas de madrugada, ela sente que algo está muito errado. O problema, é que nenhum psicólogo consegue detectar o porque da menina ir de mal a pior. Só quando as primeiras vozes se manifestam, ela percebe a gravidade da situação. Mas agora é tarde demais. Sua vida será moldada por um turbilhão de personalidades a parte - que modificarão tudo o que ela sonhava ser.


PERSONAGENS:

A história é autobiográfica, e ao relatar a jornada que sofreu até ser diagnosticada com transtorno de personalidade múltipla, a autora expõe de modo explicito o abuso sexual, físico e emocional sofrido desde seus 6 meses de idade. Não recomendável a menores de 14 anos, pois o livro tem a finalidade de chocar, e segundo a própria Alice, alertar os sinais que as crianças passam ao serem molestadas
Não existe nenhum projeto cinematográfico para o livro, mas creio que seria um filme chocante e incisivo para o público geral.
Quando terminei de ler, foi como sentir um choque. Toda a dor e confusão da personagem se refletiu em mim. Acho que todos nós devíamos ler livros como este alguma vez na vida. Fazem com que acordemos da falsa comodidade da vida, e pensar quantas Alices existem no mundo. Sozinhas e indefesas. Enquanto reclamamos por besteiras. Recomendo a quem tem estômago forte, e acima disso, queira entender como é cruel o mundo lá fora. A mim, despertou a vontade de ajudar.




CAPA E DIAGRAMAÇÃO:
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A própria capa dá pistas sobre as personalidades alternativas, com o nome de algumas inclusive.
Não existe nenhum projeto cinematográfico para o livro, mas creio que seria um filme chocante e incisivo para o público geral.



OPINIÃO PESSOAL:

Quando terminei de ler, foi como sentir um choque. Toda a dor e confusão da personagem se refletiu em mim. Acho que todos nós deveríamos ler livros como este alguma vez na vida, acho que fazem com que acordemos da falsa comodidade da vida, e pensar quantas Alices existem no mundo sozinhas e indefesas, enquanto reclamamos por besteiras. Recomendo a quem tem estômago forte, e acima disso, queira entender como é cruel o mundo lá fora. Pessoalmente, posso dizer que sinto despertar um desejo de ajudar o próximo. 








Kallynka Szabelski

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